“Carol” e o que pode um par de pernas

Cena de Carol – na verdade, um rápido plano de transição de cenas.

Revi dias atrás o formidável Carol (2015, dir. Todd Haynes), pela primeira vez na telona (não adianta, a experiência da sala de cinema é incomparável), sessão lotadíssima no Capitólio para ver essa que é uma das joias da última década cinematográfica. O que mais me encanta é que há uma certa aura de sonho revestindo cada plano do filme, criando um mundo em que o sentido está inteiro na beleza – reconhecê-la, admirá-la, cultivá-la, conquistá-la, render-se à beleza, em todos os seus aspectos.

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